terça-feira, 14 de outubro de 2014

"Ela não dormia, no fundo sabia que a insônia só fazia parte daqueles que têm curiosidade, é desperdício de tempo dormir para os que sugam a vida, era questão de tempo para que todos percebessem que o por-do-sol só revelava que a noite foi longa para os que sabiam que a vida não é."




(Laís Iemma)

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Que o nosso amor seja roda, que explore todas as estradas, para que ande em liberdade e não pare em qualquer curva.

Que o nosso amor seja roda, que gire mas não se perca, que rode e não estacione, capaz de transportar em carga leve tudo o que for contratempo.

Que o nosso amor seja roda que ande a favor do vento, pois de contrário já chega o mundo, pois de quadrado já chegam os outros.

Que o nosso amor seja roda, porque de círculo ela é feita e tudo o que é cíclico não tem um fim, logo todo início é recomeço.

Que a roda seja nosso amor, que embora fique careca, derrape mas não cesse, pois só se murcha o que não é cheio...seja de ar, seja de amor...

(Lais Iemma)




segunda-feira, 5 de maio de 2014

A vida deveria ser uma celebração contínua, um festival de luzes por todo ano. Somente então você pode e desenvolver, você pode florir. Transforme pequenas coisas em celebração. Tudo o que você faz deveria expressar a si próprio; deveria ter a sua assinatura. Então a vida se torna uma celebração contínua.

(Osho)


quarta-feira, 19 de março de 2014

"Amor, então
também, acaba?
Não, que eu saiba.
O que eu sei
é que se transforma
numa matéria-prima
que a vida se encarrega
de transformar em raiva.
Ou em rima."

(Paulo Leminski)



terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

"Há um excesso de sanidade na insanidade de cada pessoa tida como louca...

Loucura é quando a sanidade resolve extravasar."

(Lais, I.)


segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

"Quando me dei conta da vastidão do universo,
não me senti ínfimo perante a ele,
mas infinito por ser parte dele"

(Lais, I.)



domingo, 26 de janeiro de 2014








"Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito."
(Albert Einstein)

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014







"E ao deixar de acreditar no amor,
a vida seguiu pálida, incolor ao olhos da alma,
e no peito ainda restara uma fagulha de dor."

(Lais, I.)

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014


Antes descrevíamos as pessoas pelos estados de humor: triste, feliz, ansioso e calmo. Hoje todos se tornaram doenças, Fulano é DDA, seu amigo é Bipolar, sua tia vive na Depressão, seu vizinho tem Transtorno Obsessivo e seu filho é Hiperativo. É como se as doenças tivessem se tornado uma espécie de identidade da pessoa: André Transtorno de Ansiedade da Silva.
Vamos parar de nos tratar como desregulados e encarar essas patologias como consequência normal diante do tipo de vida que estamos levando, digo que são doenças da sociedade porque a civilização é consumista, desigual, violenta e competitiva, quer dizer, difícil não se tornar paranoico diante dessas circunstâncias, não?
Somos colocados a prova dia após dia e o resultado não poderia ser diferente.
Está na hora de parar de tratar as pessoas isoladamente como desequilibradas e tentar primeiramente equilibrar a sociedade como um todo, enquanto isso não acontece, liga o foda-se e se permita enlouquecer de vez em quando, resgate a criança de dentro e deixe a vida fluir de encontro com o que te faz bem, porque mais potente que a Ritalina, o Rivotril e o Diazepam, está o sorriso fácil, o tempo para o vinho no fim de tarde, o apego a coisas simples, aquela viagem de fim de ano com a família e um motivo e objetivo de vida puro.
(Lais, I.)